terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Constar

Sonhei com assassinatos
Sonhei que ia de burro
a heroi.

Que pegava onibus,
comia hamburguer,
trabalhava e
andava na corda bamba

Sonhei que o tiro
saia pela culatra
Que o feitiço virava
para o feiticeiro

Que tinha medo e
coragem.

Sonhei que o sonho
era fantasia e a vida
era descartavel.

Que o carnaval tinha fim.
Que o Inglês é formal.

E o pé não tinha cabeça.
As calças não tinham a ver.
O sentido ficava vazio.

Acordei e me perguntei:

Pra que?Por que?Onde e cadê?

O silêncio respondeu...

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