terça-feira, 27 de outubro de 2009

Desnuda o sentimento

Onde será que está?
No céu, no mar?
Eu estou esperando pra te encontrar,
e acabar com essa agonia
que insiste em apertar.

É saudade, vontade
é nervosa.
Algo que dá,
e dá.

Bate, bate, bate.

E a insônia...perdura,
amargurando minha madrugada.
Atrapalhando a noite dos justos.

E como será o amanha?
O que irá me acontecer?

Roubo do poeta, porque em mim está vago, vazio.

No rio de chuva,
no rio de bafo, de calor.
Sem abraços.
Sem você.
Só com a dúvida
que se insinua
e permanece a crescer.

A resposta é breve,
ou talvez longa.
Ou pergunta, será?
Quem sabe?
O amanha saberá.
E dúvidas irão brotar,
saberes vamos gritar,
sem nunca mesmo saber.
Antes tem o conhecer,
depois tem o depois.

"E o amanha cadê?"

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